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Artigo 05 - Excesso de cobrança pode fazer atletas desistirem do esporte

Por Guilherme Werneck - Folha On Line

Desde cedo eles despontam como promessas do esporte. Passam os dias treinando em quadras ou ginásios, conseguem esquemas especiais na escola, viajam bastante e, em certos casos, conseguem ganhar mais dinheiro do que os pais.

Parece uma vida de sonho. Porém as pressões de pais, treinadores e patrocinadores podem tornar o dia-a-dia dos jovens atletas um grande pesadelo.

"Existem muitos talentos desperdiçados em esportes que têm iniciação atlética precoce", afirma Regina Brandão, 47, professora da FMU especializada em psicologia esportiva. Ela cita como exemplos a natação, a ginástica olímpica, o judô, o tênis e o futebol de salão.

Para Regina, o excesso de competição e treinamento pode levar à saturação emocional. "Normalmente, quando o estresse começa a ficar muito alto, a tendência é desistir da prática esportiva", diz.

Pais e treinadores têm uma responsabilidade muito grande em não forçar o jovem atleta. Mas nem sempre essa influência é positiva. Colocar em quadra adolescentes que não estão prontos para competir e cobrar resultados deles são caminhos que levam à desistência do esporte.

"Trabalhei com uma nadadora que foi campeã sul-americana e parou de nadar por causa da mãe, que ficava uma semana sem falar com ela quando perdia."

Não é apenas o aspecto psicológico que pode afastar um atleta do esporte. Segundo João Gilberto Carazzato, 63, chefe do grupo de medicina esportiva do Hospital das Clínicas de São Paulo, os treinamentos excessivos podem minar a carreira de um esportista. Em relação à ginástica olímpica, ao judô e ao tênis, ele cita a fratura por estresse (quando um osso se quebra pela repetição de um mesmo movimento) como um dos principais problemas.

Para Carazzato, a receita para evitar esses traumas é treinar menos horas, com intensidade menor, alternando os tipos de esforço. "Mas nem sempre isso é feito. Normalmente, o planejamento do treino não visa poupar o atleta, mas sim fazer as coisas de forma a obter os melhores resultados", comenta.

Como cada modalidade esportiva requer um tipo de habilidade do atleta, as idades em que um treinamento mais puxado pode começar a ser feito variam.

"A ginástica olímpica exige que se comece a treinar cedo, ao redor dos oito anos de idade, uma vez que o ápice da carreira se dá por volta dos 18 anos", diz Carazzato.

Já no tênis, segundo ele, não se deve começar precocemente pois é um esporte unilateral, que desenvolve mais um membro em relação ao outro, podendo interferir no crescimento da criança. "Um tenista que começou a treinar forte com oito anos fica com o braço mais desenvolvido e mais curto", diz. "Teoricamente, um tenista deve começar o treinamento ao redor dos 12 anos e competir a partir dos 14 anos."

Também os praticantes de judô deveriam começar a competir mais tarde. "As escolas deveriam ensinar apenas o preparo do judô, pois a disciplina é muito boa. Como é uma luta em que a pressão arterial do atleta sobe muito, exigindo um coração forte do praticante, a competição não deveria começar antes dos 14 anos", afirma Carazzato.

 
 
 
     
 

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