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Copa do Mundo 2004 - Etapa Birminghan - Inglaterra
 
 
 
 

Copa do Mundo de Ginástica Artística - Birminghan - Inglaterra - Dezembro/2004

Confira as notícias sobre a grande final da Copa do Mundo de Ginástica Artística que acontece em Birminghan, na Inglaterra, entre os dias 11 e 12 de dezembro de 2004.

12/12/2004 Resultados finais detalhados da Copa do Mundo

Fonte: British Gymnastics

Feminino

Rank
Bib
Name
NOC Code
Vault 1
Vault 2
Total
1
72
SACRAMONE Alicia
USA
9.537
9.425
9.481
2
66
ROSU Monica
ROM
9.525
9.387
9.456
3
68
PAVLOVA Anna
RUS
9.487
9.350
9.418
4
69
ZAMOLODCHIKOVA Elena
RUS
9.487
9.337
9.412
5
52
CHENG Fei
CHN
9.462
9.262
9.362
6
56
WANG Tiantian
CHN
9.300
9.387
9.343
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
71
MEMMEL Chellsie
USA
9.625
2
59
TWEDDLE Beth
GBR
9.612
3
54
LI Ya
CHN
9.600
4
73
KRASNINSKAYA Irina
UKR
9.462
5
51
HYPOLITO Daniele
BRA
9.400
6
67
EZHOVA Ludmila
RUS
9.350
7
55
LIN Li
CHN
9.200
8
61
VAN LEEUWEN Laura
NED
9.075
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
65
PONOR Catalina
ROM
9.725
2
54
LI Ya
CHN
9.612
2
64
EREMIA Alexandra
ROM
9.612
4
57
ZHANG Nan
CHN
9.600
5
67
EZHOVA Ludmila
RUS
9.437
6
53
FAN Ye
CHN
9.175
7
51
HYPOLITO Daniele
BRA
8.937
8
68
PAVLOVA Anna
RUS
8.850
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
50
DOS SANTOS Daiane
BRA
9.712
2
65
PONOR Catalina
ROM
9.625
3
57
ZHANG Nan
CHN
9.562
3
52
CHENG Fei
CHN
9.562
5
59
TWEDDLE Beth
GBR
9.550
6
51
HYPOLITO Daniele
BRA
9.125
7
60
VAN DE LEUR Verona
NED
8.100
8
69
ZAMOLODCHIKOVA Elena
RUS
8.087
         

Masculino

Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
2
HYPOLITO Diego
BRA
9.737
2
19
YONEDA Isao
JPN
9.550
3
15
GAL Robert
HUN
9.537
4
4
O'NEILL Brandon
CAN
9.475
5
27
DRAGULESCU Marian
ROM
9.362
6
23
WAMMES Jeffrey
NED
9.350
7
21
YERIMBETOV Yernar
KAZ
9.337
8
26
SUCIU Ioan
ROM
9.325
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
6
XIAO Qin
CHN
9.825
2
28
URZICA Marius
ROM
9.812
3
26
SUCIU Ioan
ROM
9.662
4
30
KRYUKOV Nikolai
RUS
9.637
5
20
KASHIMA Takehiro
JPN
9.587
6
14
BERKI Krisztian
HUN
9.412
7
12
BREWER Ross
GBR
9.337
8
16
BUSNARI Alberto
ITA
9.137
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
24
VAN GELDER Yuri
NED
9.737
2
18
TOMITA Hiroyuki
JPN
9.712
3
17
MORANDI Matteo
ITA
9.700
3
29
SAFOSHKIN Alexander
RUS
9.700
5
9
BENY Pierre -Yves
FRA
9.625
6
34
CARMONA Regulo
VEN
9.562
6
8
HUANG Xu
CHN
9.562
8
11
MASSAM David
GBR
9.400
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Vault 1
Vault 2
Total
1
5
LU Bin
CHN
9.700
9.737
9.718
2
22
SAPRONENKO Evgeni
LAT
9.487
9.662
9.574
3
3
YANEV Filip
BUL
9.450
9.637
9.543
4
2
HYPOLITO Diego
BRA
9.625
9.375
9.500
5
21
YERIMBETOV Yernar
KAZ
9.575
9.412
9.493
6
25
BLANIK Leszek
POL
9.625
9.325
9.475
6
27
DRAGULESCU Marian
ROM
9.700
9.250
9.475
8
15
GAL Robert
HUN
9.550
9.375
9.462
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
32
PETKOVSEK Mitja
SLO
9.787
2
8
HUANG Xu
CHN
9.762
3
28
URZICA Marius
ROM
9.737
4
7
LI Xiaopeng
CHN
9.712
4
18
TOMITA Hiroyuki
JPN
9.712
6
10
CUCHERAT Yann
FRA
9.650
7
33
GONCHAROV Valeri
UKR
9.625
8
21
YERIMBETOV Yernar
KAZ
9.525
         
Rank
Bib
Name
NOC Code
Total
1
33
GONCHAROV Valeri
UKR
9.687
2
19
YONEDA Isao
JPN
9.662
3
13
MARAS Vlasios
GRE
9.650
4
21
YERIMBETOV Yernar
KAZ
9.637
4
31
PEGAN Aljaz
SLO
9.637
6
20
KASHIMA Takehiro
JPN
9.625
7
1
RIZZO Phillippe
AUS
9.225
8
6
XIAO Qin
CHN
8.200
         

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12/12/2004 Daiane dos Santos é ouro no solo na grande final da Copa do Mundo

UOL - Murilo Garavello

Depois da decepção nos Jogos Olímpicos de Atenas, a consagração na final da Copa do Mundo de Birmingham, na Inglaterra. Neste domingo, a brasileira Daiane do Santos conquistou a medalha de ouro na prova do solo e se recuperou do quinto lugar da Grécia.

Última ginasta a se apresentar, ela realizou uma apresentação que beirou a perfeição e, sem erros, terminou com a nota 9.712, superando as outras sete rivais.

A segunda colocada foi a romena Catalina Ponor, "arqui-rival" de Daiane e campeã olímpica da prova. Com alguns deslizes, ela recebeu nota 9.625. A medalha de bronze ficou com duas ginastas chinesas, Nan Zheng e Fei Cheng, ambas com nota 9.562.

A outra brasileira na prova, Daniele Hypólito, terminou na prova apenas na sexta colocação. Sua apresentação recebeu nota final de 9.125.

Esta foi a segunda medalha de ouro conquistada pelo Brasil na Inglaterra. Neste sábado, Diego Hypólito já havia subido no lugar mais alto do pódio, também no solo.

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12/12/2004

Irmãos Hypólito ficam sem medalha na final da Copa do Mundo

UOL - Murilo Garavello

O domingo de competições na Copa do Mundo de ginástica, em Birmingham, não começou bem para os brasileiros. Diego Hypólito, medalha de ouro no solo ontem, foi o quarto colocado no salto sobre o cavalo. Sua irmã mais velha, Daniele, que havia acabado na quinta colocação nas paralelas ontem, hoje sofreu uma queda na trave e teve de se contentar com a sétima colocação.

No primeiro salto, Diego saiu de 9.900, apresentou um pequeno erro na chegada, mas recebeu a excelente nota de 9.625. No segundo, o brasileiro optou por um salto mais conservador, que lhe daria a nota máxima de 9,7. Mesmo assim, novamente não aterrisou bem, e ganhou 9.375. Na média, o brasileiro ficou com nota 9.500, no quarto lugar.

O chinês Bin Lu ficou com a medalha de ouro, com nota 9.718. A prata ficou com Evgeni Sapronenko, da Letônia, com 9.574, enquanto o búlgaro Filip Yanev, com 9.543, apenas 0.043 à frente de Diego, levou o bronze.

"Achei as minhas duas notas muito baixas. O primeiro salto era para uns 9.700 e o segundo para uns 9.450. Dava para ter ficado em terceiro", afirmou o brasileiro, contrariado, ao sair do tablado. Pouco depois, o brasileiro contemporizou: "É normal que isso aconteça. No fundo, eles devem estar certos e eu estou superfeliz com meu fim de semana", contemporizou o brasileiro.

"Eu não consegui nem dormir direito depois da medalha de ouro de ontem. Acordava durante a noite, olhava a súmula, até acordei meu treinador (Renato Araújo). Só vou ter noção do que fiz quando chegar no Brasil", comentou.

Depois de um começo de temporada inconstante, Diego acredita que termina o ano com um saldo positivo. "O começo do ano foi muito difícil porque eu sabia que não ia para Olimpíada. Para piorar, errei no solo em Stutgartt e Lyon. O ano foi melhorando e agora termino muito bem, estou muito feliz", festejou.

Nova estrela da ginástica nacional, Diego Hypólito é ótimo no salto sobre o cavalo e, principalmente, no solo, onde soma cinco vitórias consecutivas em competiçõaes internacionais. Entretanto, sua fragilidade nos outros quatro aparelhos da ginástica masculina o deixou de fora das Olimpíadas de Atenas. Por isso, para o ano que vem, Diego quer se aperfeiçoar.

"Para o próximo ano, quero melhorar meus saltos e sair de 10 nos dois. Vou treinar mais uma semana e depois ficar de férias até 5 de janeiro. Também quero fazer mais academia para melhorar na argola e tentar melhorar mais na barra fixa, que é meu pior aparelho", revelou.

Já Daniele teve um erro grave em sua apresentação na trave. Depois de uma bela entrada, a brasileira sofreu uma queda em sua primeira seqüência de saltos e acabou perdendo 0.500 ponto, ficando com 8.937 e terminando em sétimo. A vencedora do aparelho foi a romena Catalina Ponor, que conseguiu 9.725 e repetiu o feito conquistado nos Jogos Olímpicos de Atenas.

A apresentação de Daniele contou com a torcida de Diego. "Estou mais nervoso que ela", disse o ginasta, antes da apresentação. Na queda, ele mostrou decepção. "Não acredito", afirmou, antes de virar de costas para o tablado, visivelmente chateado.

Assistente técnico do ucraniano Oleg Ostapenko, Ricardo Pereira acredita que Daniele poderia ter conquistado um resultado melhor na trave, uma de suas especialidade. "Foi muito azar, dava para ela ter ficado em segundo. Mas uma queda destrói qualquer série", comentou.

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11/12/2004

Confira os resultados de 11 de dezembro da Final da Copa do Mundo!

Fonte: Internacional Gymnastic

December 11, 2004, Birmingham

MEN’S FLOOR
1. HYPOLITO Diego (BRA) - 9,737

2. YONEDA Isao (JPN) 9.550
3. GAL Robert (HUN)9.537
4. O’NEIL Brandon (CAN) 9.475
5. DRAGULESCU Marian (ROM) 9.362
6. WAMMES Jeffrey (NED) 9.350
7. YERIMBETOV Yernar (KAZ) 9.337
8. SUCIU Ioan Silviu (ROM) 9.325

MEN’S POMMELS
1. XIAO Qin CHN 9.825

2. URZICA Marius ROM 9.812
3. SUCIU Ioan ROM 9.662
4. KRYUKOV Nikolai RUS 9.637
5. KASHIMA Takehiro JPN 9.537
6. BERKI Krisztian HUN 9.412
7. BREWER Ross GBR 9.337
8. BUSNARI Alberto ITA 9.137

MEN’S RINGS
1. VAN GELDER Yuri NED 9.737

2. TOMITA Hiroyuki JPN 9.712
3. MORANDI Matteo ITA 9.700
4. SAFOSHKIN Alexander RUS 9.700
5. BENY Pierre-Yves FRA 9.625
6. HUANG Xu CHN 9.562
7. CARMONA Regulo VEN 9.562
8. MASSAM David GBR 9.400

Women's Vault
1. Alicia Sacramone USA 9.481
2. Monica Rosu ROM 9.456
3. Anna Pavlova RUS 9.418
4. Yelena Zamolodchikova RUS 9.412
5. Cheng Fei CHN 9.362
6. Wang Tiantian CHN 9.343

Uneven Bars
1. Chellsie Memmel USA 9.625
2. Beth Tweddle GBR 9.612
3. Li Ya CHN 9.600
4. Irina Krasnyanskaya UKR 9.462
5. Daniele Hypolito BRA 9.400
6. Lyudmila Yezhova RUS 9.350
7. Lin Li CHN 9.200
8. Laura van Leeuwen NED 9.075

Men's Floor Exercise
1. Diego Hypolito BRA 9.737
2. Isao Yoneda JPN 9.550
3. Robert Gal HUN 9.537
4. Brandon O’Neil CAN 9.475
5. Marian Dragulescu ROM 9.362
6. Jeffrey Wammes NED 9.350
7. Yernar Yerimbetov KAZ 9.337
8. Ioan Suciu ROM 9.325

Pommel Horse
1. Xiao Qin CHN 9.825
2. Marius Urzica ROM 9.812
3. Ioan Suciu ROM 9.662
4. Nikolai Kryukov RUS 9.637
5. Takehiro Kashima JPN 9.587
6. Krisztian Berki HUN 9.412
7. Ross Brewer GBR 9.337
8. Alberto Busnari ITA 9.137

Still Rings
1. Yuri Van Gelder NED 9.737
2. Hiroyuki Tomita JPN 9.712
3. Matteo Morandi ITA 9.700
4. Alexander Safoshkin RUS 9.700
5. Pierre-Yves Beny FRA 9.625
6. Xu Huang CHN 9.562
7. Regulo Carmona VEN 9.562
8. David Massam GBR 9.400

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11/12/2004 Diego Hypólito ganha quinto ouro seguido e confirma supremacia

UOL - Murilo Garavello

Cinco medalhas de ouro consecutivas. Rivais copiando suas acrobacias. Saltos inéditos prestes a estarem prontos para figurarem em seu repertório. Aos 18 anos, Diego Hypólito está se firmando, aos poucos, como um dos homens a serem batidos no solo da ginástica mundial.

Neste sábado, o brasileiro fez, de longe, a melhor apresentação em Birmingham, que recebe a final da Copa do Mundo de ginástica. Saiu vibrando ostensivamente, foi o mais aplaudido e, com a nota 9,737, ganhou com sobras a medalha de ouro na competição, que em teoria recebe os oito melhores ginastas de cada aparelho nos últimos dois anos -houve uma série de desistências, que diminuíram um pouco o nível técnico da competição.

A superioridade de Diego, que executou com perfeição um duplo mortal grupado com dupla pirueta, foi tão grande que, mesmo errando um de seus saltos, o brasileiro foi quase dois décimos melhor do que o medalha de prata, o japonês Isao Yoneda, que obteve um 9,550. O terceiro posto no pódio ficou com o húngaro Robert Gal (9,537).

"Estou muito contente. Me apresentei muito bem, dentro do esperado", afirmou Diego, primeiro sul-americano a ganhar medalha em uma final de Copa do Mundo, logo após a conquista. "Eu estou no caminho certo, melhorando cada vez mais. Agora é treinar para o Pan-Americano (em 2007, no Rio de Janeiro) e para as Olimpíadas de 2008. Meu sonho é ser campeão olímpico. Esse resultado me fortalece bastante", disse Diego.

Se a prova deste sábado não contou com a presença do búlgaro Jordan Jovtchev (primeiro do ranking mundial de solo), do letão Igors Vihrovs (terceiro) e o americano Paul Hamm (quarto), Diego venceu dois fortes concorrentes: o romeno Marian Dragulescu, atual vice-campeão olímpico na prova, e o romeno Ioan Suciu. Jovtchev, com 31 anos, está no fim de sua carreira, assim como Vihrovs, 27. Assim, Diego, além de Hamm (ouro no individual geral em Atenas) e Dragulescu são, na teoria, os nomes que dominarão a prova de solo nos próximos anos.

Neste sábado, Dragulescu não foi bem. Errou dois saltos, acabando em quinto lugar. E executou movimentos característicos de Diego. "Ele copiou dois saltos meus e errou", disse o brasileiro, que se apresentou exatamente antes do romeno, saiu vibrando pela boa apresentação e manteve-se impassível, na seqüência, depois que o rival pecou. Já seu técnico, Renato Araújo, não escondeu a satisfação e deu um sorriso. "É penta", saiu comemorando.

"Eles (meus rivais) não foram muito bem. Eu realmente esperava uma disputa maior. Fiz minha parte", disse Diego, que ainda tem dois saltos nunca tentados na ginástica masculina em fase final de preparação: o duplo-twist esticado e o duplo mortal para trás com tripla pirueta. De acordo com Araújo, os saltos não foram exibidos em Birmingham por ainda não serem executados com perfeição.

Assim como suas quatro medalhas de ouro anteriores em Copa do Mundo (Rio de Janeiro, La Serena-CHI, Glasgow-ESC e Ghent-BEL), Diego tirou uma nota superior a 9,662. "Ainda tenho muito a crescer. Acho que estou longe do meu auge. Auge vai ser quando eu tirar 10, quando eu não tiver nada para melhorar. E eu ainda tenho muito", afirmou o brasileiro.

O técnico de Diego, Renato Araújo, concorda. "Hoje, os atletas da ginástica masculina estão indo até 32, 33 anos. Não sei até onde ele consegue chegar, mas ele é um cara dedicado, que se cuida, então penso que ele ainda não chegou no seu limite, apesar de isso ser uma coisa muito difícil de se determinar".

Diego comemorou a medalha de ouro com sua irmã, Daniele, que acabou na quinta colocação nas barras paralelas. "Meu coração ficou batendo mais forte", disse Daniele. "Eu estava lá dentro, me aquecendo para minha competição, mas vi pela TV. Já comemoramos juntos, mas agora temos de descansar, porque amanhã temos mais finais".

Neste domingo, Diego ainda irá disputar a final do salto sobre o cavalo, aparelho em que conseguiu vaga apenas por causa da desistência de rivais. O ginasta, porém, ainda mantém a esperança por mais uma medalha: "amanhã é importante ir bem porque salto sobre cavalo é tiro ao alvo. Muita gente erra. Mas o ouro é muito difícil", admite. Já Daniele competirá no solo, ao lado de Daiane dos Santos, e na trave.

Mais atenção à ginástica masculina
Na entrevista que concedeu à imprensa pouco depois de ser ouro, Diego fez uma cobrança. "Ganhei seis medalhas de ouro neste ano em Copas, seis das oito que o Brasil ganhou. Está na hora de os patrocinadores, a mídia, todos olharem a ginástica masculina com mais carinho. Eu, Michel (Conceição), Mosiah (Rodrigues) e muitos outros estamos em um crescente muito grande".

Apesar de ter três patrocinadores individuais, Diego é exceção na ginástica masculina. Mosiah Rodrigues, único brasileiro em Atenas-2004, não obteve auxílio financeiro nem às vésperas da Olimpíada, quando os patrocinadores costumam aparecer. O contrato da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) com uma empresa de telecomunicações contempla apenas a seleção feminina.

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11/12/2004 Daniele Hypólito fica em quinto lugar nas paralelas em Birmingham

UOL - Murilo Garavello

Daniele Hypólito não teve a mesma "sorte" de seu irmão Diego no seu primeiro dia de participação na final da Copa do Mundo de ginástica artística, em Birmingham. A brasileira ficou com o quinto lugar na decisão das barras paralelas assimétricas.

Mesmo sem contar com as três medalhistas olímpicas (a francesa Emilie Lepennec, ouro, e as norte-americanas Terin Humphrey, prata, e Courtney Kupets), a prova ainda tinha um alto nível técnico. Daniele cometeu alguns erros em seus movimentos e ficou com um 9,400 no aparelho.

Apesar de ter sido a sua maior nota no aparelho neste ano na Copa do Mundo, ainda foi bem abaixo das ginastas que subiram ao pódio nas paralelas. Com uma apresentação com poucas falhas, a norte-americana Chellsie Memmel conquistou o ouro com, 9,625. Apostando em movimentos mais ousados, mas com mais erros também, a britânica Beth Tweddle foi a segunda melhor, com 9,612. O bronze foi para a chinesa Ya Li, com 9,600.

"Foi uma apresentação ótima. Como eu disse pra vocês ontem (sexta-feira), eu ia fazer o meu melhor e esperar o resultado", disse Daniele, que ainda disputa as finais de trave de equilíbrio e de exercícios de solo em Birmingham, neste domingo. "A paralela era realmente o aparelho mais difícil. Eram as grandes ginastas competindo. Com certeza amanhã eu tenho mais chances".

Por causa da disputa deste sábado, a ginasta não pôde acompanhar de perto a apresentação de seu irmão, que conquistou o ouro nos exercícios de solo na primeira prova desta final. "O meu coração ficou batendo mais forte. Eu assisti lá de dentro porque estava me aquecendo, mas foi por uma televisão e fiquei torcendo. Já comemoramos juntos e agora é descansar porque amanhã tem mais".

Além de Daniele, Diego e Daiane dos Santos também disputam finais neste domingo. Daiane terá a chance de se reabilitar no solo, após um frustrante quinto lugar nas Olimpíadas de Atenas. O ginasta busca mais uma medalha na final da Copa do Mundo no salto sobre cavalo.

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11/12/2004 Torcida influencia árbitros, e britânica ganha prata em Birmingham

UOL - Murilo Garavello

Em Atenas-2004, foi cena freqüente as vaias acompanharem o anúncio das notas dadas pelos juízes. Além disso, muitos questionaram a vitória do grego Dimosthenis Tampakos nas argolas, afirmando que sua apresentação foi inferior à dos outros medalhistas, o búlgaro Jordan Jovthev e o italiano Yuri Chechi. Neste sábado, em Birmingham, algo semelhante aconteceu.

A britânica Beth Tweddle, segunda do ranking nas barras paralelas, foi ovacionada pela torcida -antes e depois de sua apresentação. E, apesar de ter falhado claramente no término de sua apresentação, recebeu uma nota alta -9,612- e ficou com a medalha de prata.

A influência do público sobre os árbitros pode ser verificada na diferença das notas dadas pelos árbitros: a maior nota atribuída à britânica foi 9,75; a menor, 9,30 -uma diferença de 0,45, um verdadeiro abismo na ginástica e o maior índice de discrepância da final das paralelas.

O público inglês, claro, aprovou. Já a chinesa Li Ya, que recebeu 9,60 e teve sua menor avaliação em 9,50, teve de se contentar com a medalha de bronze. "A torcida foi fantástica. Eles foram muito barulhentos e me deram muito suporte", declarou a inglesa, depois da competição.

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11/12/2004 FIG abre portas para o Rio em 2006, mas CBG não se candidata

UOL - Murilo Garavello

São boas as chances de o Rio de Janeiro ser a próxima sede de uma final de Copa do Mundo. Para isto, entretanto, a cidade terá de se candidatar. Os dirigentes da Federação Internacional de Ginástica (FIG) esperavam que o pedido fosse apresentado pela presidenta da Confederação Brasileira (CBG), Vicélia Florenzano. Entretanto, Vicélia não viajou para Birmingham, supreendendo os dirigentes.

"Quero levar a ginástica para lugares que não têm muita oportunidade de receber nossos eventos, como é o caso do Rio de Janeiro", disse o presidente da FIG, Bruno Grandi. "Para isto, entretanto, é preciso que haja uma candidatura", afirmou. O evento, que acontecerá provavelmente no fim de 2006, ainda não tem local marcado.

O principal assessor da entidade, Philippe Sillacci, se disse surpreso com a ausência da brasileira. "Recebi um e-mail dela há três dias e fiquei surpreso. Todos esperávamos que a candidatura fosse apresentada aqui". De acordo com ele, há uma forte tendência nos escalões superiores da FIG a tirar eventos de grande importância da Europa, expandindo as fronteiras da ginástica

Em 2005, São Paulo receberá uma das etapas da Copa do Mundo -neste ano, o Rio de Janeiro foi sede da série. Embalado pela boa fase de Daiane, o evento acabou tendo ótimo público. "Foi um ótimo evento, bem organizado", disse Grandi.

O presidente da FIG, entretanto, fez questão de frisar que não basta boa vontade e garantia de público para receber uma final de Copa do Mundo, que tem de superar em glamour e rentabilidade uma simples etapa. "Não adianta apenas boa vontade, é preciso que tenhamos condições suficientes: organização, patrocinadores, televisão, bons prêmios para que os principais atletas sejam atraídos", disse o dirigente.

Além do orçamento da competição -no mínimo R$ 500 mil, de acordo com Sillacci-, o Rio de Janeiro, caso seja confirmado como candidato, terá provavelmente de enfrentar a candidatura de Pequim. Em 2006, faltará menos de dois anos para a Olimpíada. Se a organização de um evento-teste não for um argumento forte o bastante, ainda há a possibilidade de os dólares chineses soarem mais atrativos aos bolsos da FIG.

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10/12/2004 Maior esperança na Inglaterra, Diego Hypólito é "sem-salário"

UOL - Murilo Garavello

É ginasta, treina com a seleção em Curitiba. Sua especialidade é a prova de solo. Foi medalha de ouro em quatro etapas seguidas da Copa do Mundo em 2004. Os dirigentes da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) depositam a maior parte de suas fichas e apostam em sua performance para voltar ao Brasil com uma medalha na final da Copa do Mundo, em Birmingham. Tem novas acrobacias na manga, e só espera o melhor momento para executá-las.

Não, a reportagem não é sobre Daiane dos Santos. O personagem, ao contrário dela, não foi à Olimpíada nem é campeão mundial. Não recebe dinheiro do patrocinador da CBG, não ganha ajuda de custo mensal da Lei Piva. Jovem e sem problemas no joelho, tem perspectiva de ser protagonista da ginástica por mais uma década.

Diego Hypólito, 18, está invicto há quatro competições internacionais na prova de solo. Foi ouro nas etapas da Copa do Mundo do Rio de Janeiro, La Serena (Chile), Glasgow (Escócia) e Ghent (Bélgica) neste ano. Com as dúvidas que pairam sobre o desempenho de Daiane, cujo joelho ainda incomoda, é Diego, o irmão mais novo e menos famoso de Daniele Hypólito, a mais quente aposta de medalha para o Brasil em Birmingham, na disputa do aparelho neste sábado.

"O Diego está em ótima forma e é favorito. Nas duas primeiras medalhas dele, os principais rivais não estavam presentes. Mas agora, na Escócia e na Bélgica, ele derrotou todos os grandes nomes. Acho que tem tudo para ganhar uma medalha", responde a coordenadora-geral da CBG, Eliane Martins, quando questionada sobre as expectativas brasileiras, sem mencionar a ex-grande favorita Daiane.

O técnico de Diego, Renato Araújo, é mais cauteloso. "Ele já ganhou dos caras que vão estar lá, mas já perdeu também. Na Escócia e na Bélgica, os rivais estavam meio 'enferrujados', voltando a competir depois da Olimpíada. Como o Diego não foi para Atenas, ele não teve esse problema", diz Araújo. A cautela, entretanto, não o impede de cravar: "o Diego tem toda a chance de ser ouro, sim".

Como Diego passou de ausência na Olimpíada a maior favorito brasileiro a medalha no evento que reúne os oito melhores ginastas de cada aparelho nos últimos dois anos? Simples: Diego é excelente no solo e também no salto sobre o cavalo -prova que ele também disputa em Birmingham, mas ainda é fraco nos outros quatro aparelhos. Assim, no Mundial de Anaheim-2003, em que Daiane foi campeã e as vagas olímpicas foram definidas, o ginasta não conseguiu classificação.

BRASIL EM BIRMINGHAM
Solo - masculino
Diego Hypólito
Salto - masculino
Diego Hypólito
Solo - feminino
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Trave - feminino
Daniele Hypólito
Barras paralelas - feminino
Daniele Hypólito

"Ele evoluiu muito do ano passado para este. Acho que se o Mundial fosse neste ano, ele tinha medalhado (Diego foi quarto colocado no solo no Mundial-2003). E acho que ele ainda tem muito a crescer", afirma Araújo. "Hoje, os atletas da ginástica masculina estão passando dos 30 anos. Há muitos exemplos de ginasta campeão do mundo com essa idade. E o Diego é um cara que se cuida legal, cuida bem das contusões. Tem tudo para melhorar muito, ainda".

Fora da Olimpíada, Hypólito não foi prioridade da CBG no ano olímpico. Mas agora que Atenas-2004 já é passado, Diego tem tudo para receber novo tratamento. Na nova proposta de patrocínio que encaminhou para a Brasil Telecom, a CBG propõe a inclusão da ginástica artística masculina -o contrato atual, que vence em fevereiro, contempla apenas as "meninas" da ginástica.

Apesar de não receber verba da CBG, Diego treina com a seleção brasileira, tem estudo, alimentação, assistência médica, técnico estrangeiro e as mesmas benesses não-financeiras que a irmã e a própria Daiane gozam. Dinheiro mesmo, por enquanto, Diego ganha de uma rede de cartões de crédito que o patrocina.

Novo salto, novos aparelhos
Em Birmingham, provavelmente Diego Hypólito não exibirá o duplo-twist esticado, nem o duplo mortal para trás com tripla pirueta. Os movimentos, inéditos na ginástica masculina, vão continuar guardados, apesar de já serem executados com sucesso pelo brasileiro. É que, nas regras atuais da ginástica, vale mais ser conservador e realizar uma apresentação com poucos erros do que ousar uma acrobacia de grande dificuldade e correr o risco de ver a nota diminuída por pequenas imprecisões.
ENTENDA A FINAL DA COPA
DO MUNDO DE GINÁSTICA
Desde o início de 2003, foram realizadas 12 etapas da Copa do Mundo de ginástica. Agora, em dezembro de 2004, será disputada a grande final do evento, em Birmingham (Inglaterra). Estarão se apresentando os oito melhores ginastas de cada um dos quatro aparelhos femininos (solo, trave, barras paralelas e salto sobre o cavalo) e dos seis masculinos (argolas, solo, barras paralelas, barra fixa, salto e cavalo com alças). Não haverá a prova do individual geral (em que os ginastas disputam todos os aparelhos e vence aquele com a melhor soma de notas). Outra peculiaridade da final da Copa do Mundo é a ausência de eliminatórias. Ou seja, os ginastas farão apenas uma apresentação, que já valherá medalhas aos melhores.

"Ninguém no mundo hoje salta tanto quanto o Diego, mas você tem de ser estrategista", afirma Araújo. "Em uma final da Copa do Mundo, com todo mundo bem, qualquer decimozinho perdido te joga do primeiro para quinto lugar. Temos de jogar com a dificuldade e com a execução. No feminino, no pouso do salto, você tem direito de colocar o pé para trás sem arrastar o da frente. Você não perde um décimo por isso. No masculino, tem de cair cravado, cravado mesmo. Dependendo do tamanho da abertura, perde dois décimos. Então, não vale a pena arriscar".

Para o futuro, além de aperfeiçoar os novos saltos, Diego tem uma missão talvez ainda mais difícil: melhorar nos outros quatro aparelhos da ginástica, para ter chance de ir à Olimpíada sem depender do desempenho dos outros membros da seleção brasileira. O cronograma para essa melhora já está, inclusive, traçado.

Até o final de 2005, Diego deverá estar com ótimas apresentações no cavalo com alças e nas barras paralelas. Até o fim de 2006, ele terá de atingir nível mundial na argola, exercício que requer muita força nos braços. E, para 2007, ano do Pan-Americano no Brasil, é a barra fixa, sua maior deficiência hoje, que deverá estar "azeitada".

"Ele está bem consciente que precisa igualar os aparelhos. Ele nunca vai ser na argola e na barra o que ele é no solo, mas precisa ter um nível mínimo. Nosso objetivo é que, no Pan do Rio, ele esteja com os seis aparelhos bons e consiga, no Mundial de 2007, se classificar para os Jogos de Pequim-2008 sem depender da seleção", diz o técnico Araújo.

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09/12/2004 Ausências facilitam vida de brasileiros na final da Copa do Mundo

UOL - Murilo Garavello

Os representantes brasileiros na final da Copa do Mundo de ginástica terão um caminho menos obstruído do que o inicialmente esperado para buscarem um bom resultado na competição.

Desistências e aposentadorias de fortes rivais favorecerão Daiane dos Santos e os irmãos Diego e Daniele Hypólito no evento, que será disputado em Birmingham, na Inglaterra, neste final de semana.

Ao se analisar apenas as ausências nas provas que os brasileiros irão disputar (exercícios de solo, trave de equilíbrio e barras paralelas no feminino, e solo e salto sobre cavalo no masculino), 11 medalhistas nas Olimpíadas de Atenas estarão de fora da competição. No total, 16 ginastas desistiram de disputar a final da Copa do Mundo somente nestes aparelhos.

No caso de Daiane (exercícios de solo), esperança frustrada de ouro nos Jogos Olímpicos, quatro atletas abandonaram o torneio: a romena Nicoleta Sofronie, a australiana Allana Slater, a russa Svetlana Khorkina e a espanhola Elena Gómez.

Khorkina, medalha de prata nos exercícios combinados e bronze por equipes em Atenas, se aposentou depois das Olimpíadas. Aos 18 anos, Gómez, campeã mundial no solo em 2002, desistiu dos treinos em Madri após não obter êxito na competição e voltou para sua cidade natal, Manacor.

BRASIL EM BIRMINGHAM
Solo - masculino
Diego Hypólito
Salto - masculino
Diego Hypólito
Solo - feminino
Daiane dos Santos
Daniele Hypólito
Trave - feminino
Daniele Hypólito
Barras paralelas - feminino
Daniele Hypólito

Estas importantes ausências não significam que uma vitória de Daiane virá fácil em Birmingham. Entre as competidoras, ainda estão a chinesa Nan Zhang, a russa Elena Zamolodchikova e a romena Catalina Ponor, dona de três ouros em Atenas -um deles, no solo.

A gaúcha provavelmente terá problemas para superar Ponor. De seis finais que disputou neste ano, em apenas uma a romena terminou com uma nota abaixo do 9,500 -na etapa de Ghent, na Bélgica, em novembro: 9,350. Daiane, por sua vez, não conseguiu superar a marca nas duas decisões das quais participou após sofrer uma cirurgia no joelho direito, em junho: 9,375 nas Olimpíadas e 9,175 em Stuttgart, há duas semanas.

"A minha expectativa é de que tudo corra bem e que eu possa fazer tudo o que treinei. Nesta grande final, irei realizar a série completa do 'Brasileirinho'", afirmou a ginasta. Em Stuttgart, para não forçar o joelho, Daiane abriu mão de fazer o salto duplo twist esticado.

Daniele Hypólito, que irá disputar as finais de solo, trave e barras paralelas, também terá menos problemas na Inglaterra. Na trave, nem tanto: apenas a romena Oana Ban, sexta melhor, abandonou o torneio. Nas paralelas, entretanto, seis desistiram. Entre elas, simplesmente as três medalhistas no aparelho em Atenas: a francesa Emilie Lepennec (ouro), e as norte-americanas Terin Humphrey (prata) e Courtney Kupets (bronze).
ENTENDA A FINAL DA COPA
DO MUNDO DE GINÁSTICA
Desde o início de 2003, foram realizadas 12 etapas da Copa do Mundo de ginástica. Agora, em dezembro de 2004, será disputada a grande final do evento, em Birmingham (Inglaterra). Estarão se apresentando os oito melhores ginastas de cada um dos quatro aparelhos femininos (solo, trave, barras paralelas e salto sobre o cavalo) e dos seis masculinos (argolas, solo, barras paralelas, barra fixa, salto e cavalo com alças). Não haverá a prova do individual geral (em que os ginastas disputam todos os aparelhos e vence aquele com a melhor soma de notas). Outra peculiaridade da final da Copa do Mundo é a ausência de eliminatórias. Ou seja, os ginastas farão apenas uma apresentação, que já valherá medalhas aos melhores.

Importante aposta brasileira após a lesão de Daiane, Diego Hypólito não precisará superar importantes ginastas no solo. Entre as quatro ausências, estão o búlgaro Jordan Jovtchev (machucado), atual campeão mundial, pratas nas argolas e bronze no solo em Atenas, e o norte-americano Paul Hamm (alegou ter compromissos em seu país), pratas na barra fixa e por equipes, e ouro, em um controversa final, no geral nas últimas Olimpíadas.

Com essas ausências, não é absurdo imaginar que Diego pode voltar de Birmingham com uma medalha no solo. Principalmente porque o brasileiro está invicto há quatro etapas da Copa do Mundo. Neste ano, ficou com o primeiro lugar no Rio de Janeiro, em La Serena (Chile), Glasgow (Escócia) e Ghent (Bélgica) neste ano.

Diego ainda tentará surpreender no salto sobre cavalo, aparelho no qual conseguiu vaga na final apenas por causa da desistência de dois importantes ginastas: o espanhol Gervasio Deferr, ouro em Atenas, e o chinês Li Xiaopeng, campeão mundial em 1999 e em 2002, que irá se dedicar exclusivamente às barras paralelas.

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