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Copa do Mundo 2005 - Etapa São Paulo - Brasil
 
 
 
 

Copa do Mundo de Ginástica Artística - São Paulo - Brasil - Abril/2005

Confira as notícias sobre a etapa da Copa do Mundo de Ginástica Artística que aconteceu em São Paulo, Brasil, entre os dias 08 e 10 de abril de 2005:

Confira aqui as imagens deste evento!

10/04/2005 Mosiah fica com a prata na barra fixa

LANCEPRESS

Brasileiro fica a apenas 0,075 da conquista da medalha de ouro

O brasileiro Mosiah Rodrigues ficou com a medalha de prata na prova da barra fixa, que fechou a etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica, no Ginásio do Ibirapuera. Mosiah, que já havia conseguido o bronze no cavalo com alças, obteve nota 9,400 e ficou apenas 0,075 atrás do vencedor, o espanhol Manuel Carballo. O alemão Robert Juckel levou a medalha de bronze, com 9,275 pontos. O outro brasileiro que disputou a final da prova, Victor Rosa, foi o oitavo colocado, com nota 8,200.


Confira o resultado final da prova da barra fixa:

1º - Manuel Carballo (ESP) - 9,475 pontos
2º - Mosiah Rodrigues (BRA) - 9,400
3º - Robert Juckel (ALE) - 9,275
4º - Aljas Pegan (ESL) - 9,125
5º - Matthias Fahrig (ALE) - 9,000
6º - Jani Tanskanen (FIN) - 8,775
7º - Nathan Gafuik (CAN) - 8,450
8º - Victor Rosa (BRA) - 8,200

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10/04/2005 Daiane é ouro no solo mesmo sem música

LANCEPRESS

Sistema de som falha, mas brasileira levanta torcida e confirma favoritismo em São Paulo

Mesmo com um defeito no sistema de som, que parou de tocar a música "Brasileirinho" durante a sua exibição, a gaúcha Daiane dos Santos conquistou neste domingo a primeira medalha de ouro do Brasil na etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica, na prova do solo. Com a vitória, Daiane irá recuperar a liderança do ranking mundial do aparelho, superando a romena Catalina Ponor.

Daiane, que havia ficado em segundo lugar nas eliminatórias, atrás da espanhola Patricia Moreno, conseguiu nota 9,500 na final e deu o troco na adversária, que obteve 9,125 pontos e ficou com a medalha de prata. A chinesa Xia Lin levou a medalha de bronze ao obter nota 9,075. Medalhista de prata no salto, a brasileira Laís Souza ficou em quinto lugar na final do solo, com 8,400 pontos.

A brasileira começou normalmente a sua apresentação, mas o sistema de som parou de funcionar. Apesar do problema, a campeã mundial prosseguiu com a sua exibição, incentivada pelo público, e confirmou o favoritismo na prova. Após ser ovacionada pela torcida brasileira, Daiane recebeu a medalha de ouro do presidente da Federação Internacional de Ginástica (FIG), o italiano Bruno Grandi.


Confira o resultado final da prova do solo:

1º - Daiane dos Santos (BRA) - 9,500 pontos
2º - Patricia Moreno (ESP) - 9,125
3º - Xia Lin (CHN) - 9,075
4º - Pang Panpan (CHN) - 9,050
5º - Laís Souza (BRA) - 8,400
6º - Merlina Galera (ARG) - 7,975
7º - Aylen Gonzalez (ARG) - 7,825
8º - Elyse Hopfner-Hibbs (CAN) - 7,700

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10/04/2005 Esloveno fica com o ouro nas barras paralelas

LANCEPRESS

O esloveno Mitja Petkovsev venceu neste domingo a final da prova das barras paralelas na etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica, no Ginásio do Ibirapuera. Petkovsev recebeu nota 9,525 e superou em 0,100 o chinês Dong Zhendong, segundo colocado. O espanhol Manuel Carballo ficou com a medalha de bronze, com 9,200 pontos. Nenhum brasileiro disputou a final das barras paralelas.


Confira o resultado final da prova das barras paralelas:

1º - Mitja Petkovsev (ESL) - 9,525 pontos
2º - Dong Zhendong (CHN) - 9,425
3º - Manuel Carballo (ESP) - 9,200
4º - Grant Golding (CAN) - 9,075
5º - Nathan Gafuik (CAN) - 9,025
6º - Robert Gal (HUN) - 8,650
7º - Ildar Valeyev (KAZ) - 7,925
8º - Manuel Campos (POR) - 7,900

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10/04/2005 Húngaro conquista o ouro na prova do salto

LANCEPRESS

O húngaro Robert Gal conquistou neste domingo a sua segunda medalha de ouro na etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica ao vencer a prova do salto. Gal, que já havia vencido no solo, obteve média 9,500 em seus dois saltos e superou em 0,050 o segundo colocado, o alemão Matthias Fahrig. O porto-riquenho Luis Rivera acabou com a medalha de bronze, com 9,412 pontos, e a quarta colocação ficou com o brasileiro Victor Rosa, que conseguiu média 9,262.


Confira o resultado final da prova do salto:

1º - Robert Gal (HUN) - 9,500 pontos
2º - Matthias Fahrig (ALE) - 9,450
3º - Luis Rivera (PUR) - 9,412
4º - Victor Rosa (BRA) - 9,262
5º - Jeffrey Wammes (HOL) - 9,250
6º - Ivan San Miguel (ESP) - 9,187
7º - Marco Mayr (AUT) - 8,987
8º - Kasper Fardan (DIN) - 8,950

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10/04/2005 Brasileiras ficam fora do pódio na trave

LANCEPRESS

As brasileiras Ana Paula Rodrigues e Camila Comin terminaram respectivamente em sexto e sétimo lugares na final da trave na etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica, no Ginásio do Ibirapuera. Ambas cometeram alguns erros em suas apresentações e ficaram longe do pódio.

A China fez dobradinha, com Lili Wang conquistando a medalha de ouro, com nota 9,450, e Pang Panpan ficando com a prata, com 9,250. A espanhola Patricia Moreno acabou com a medalha de bronze, com 9,050 pontos.


Confira o resultado final da prova da trave:

1º - Lili Wang (CHN) - 9,450 pontos
2º - Pang Panpan (CHN) - 9,250
3º - Patricia Moreno (ESP) - 9,050
4º - Elyse Hopfner-Hibbs (CAN) - 8,875
5º - Oksana Chusovitina (UZB) - 8,800
6º - Ana Paula Rodrigues (BRA) 8,500
7º - Camila Comin (BRA) 8,375
8º - Kylie-Anne McCall Stone (CAN) - 8,100

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09/04/2005 Brasil termina primeiro dia de finais com três medalhas

LANCEPRESS

O Brasil terminou o primeiro dia de finais da etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica, que está sendo realizada no Ginásio do Ibirapuera, com três medalhas. Laís Souza levou a prata no salto e Mosiah Rodrigues e Camila Comin ficaram com o bronze, no cavalo com alças e barras paralelas, respectivamente.

Neste domingo serão disputadas mais cinco finais, duas no feminino e três no masculino. No feminino, as maiores expectativas brasileiras são Daiane dos Santos e Laís Souza, finalistas no solo. Na trave, o Brasil será representado por Camila Comin e Ana Paula Rodrigues.

Entre os homens, os dois brasileiros classificados para as finais de domingo são Victor Rosa (salto e barra fixa) e Mosiah Rodrigues (barra fixa).


Veja os resultados deste sábado:

Feminino

Salto
1º - Oksana Chusovitina (UZB) - 9,200 pontos
2º - Laís Souza (BRA) - 9,150
3º - Tania Gener (ESP) - 9,050
4º - Daiane dos Santos (BRA) - 8,925
5º - Zuzana Sekerova (SVK) - 8,750
6º - Elyse Hopfner-Hibbs (CAN) - 8,612
7º - Kylie-Anne McCall Stone (CAN) - 8,475
8º - Merlina Galera (ARG) - 8,325

Barras Paralelas
1º - Yufei Zhang (CHN) - 9,475 pontos
2º - Tania Gefer (ESP) - 9,400
3º - Camila Comin (BRA) - 9,300
4º - Jana Sikulova (RTC) - 8,825
5º - Elyse Hopfner Hibbs (CAN) - 8,700
6º - Daiane dos Santos (BRA) - 8,650
7º - Oksana Chusovitina (UZB) - 8,000
8º - Kylie-Anne McCall Stone (CAN) - 7,700


Masculino

Argolas
1º - Chen Yibing (CHN) - 9,725 pontos
2º - Yuri Van Gelder (HOL) - 9,675
3º - Ildar Valeyev (CAZ) - 9,425
4º - Regulo Carmona (VEN) - 9,425
5º - Grant Golding (CAN) - 9,350
6º - Robert Juckel (ALE) - 9,000
7º - Danilo Nogueira (BRA) - 8,650
8º - Luis Rivera (PUR) - 8,100

Cavalo com Alças
1º - Dong Zhendong (CHN) - 9,500
2º - Krisztian Berki (HUN) - 9,475 pontos
3º - Mosiah Rodrigues (BRA) - 8,725
4º - Luis Rivera (PUR) - 8,350
5º - Jani Tanskanen (FIN) - 8,300
6º - Manuel Carballo (ESP) - 8,150
7º - Robert Juckel (ALE) - 7,300
8º - Ildar Valeyev (CAZ) - 6,450

Solo
1º - Robert Gal (HUN) - 9,200 pontos
2º - Jeffrey Wammes (HOL) - 8,700
3º - Alexander Rodriguez (PUR) - 8,650
4º - Manuel Campos (POR) - 8,650
5º - Samuel Piasecky (SVK) - 8,500
6º - Nathan Gafuik (CAN) - 8,450
7º - Matthias Fahrig (ALE) - 8,450
8º - Stepan Gorbatchev (CAZ) - 7,650

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09/04/2005 Laís Souza fica com a prata no salto

LANCEPRESS

Brasileira, que havia sido a melhor das eliminatórias, é superada por uzbeque na final

A brasileira Laís Souza ficou com a medalha de prata na prova do salto na etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica Artística, no Ginásio do Ibirapuera. Laís, que havia sido a melhor ginasta nas eliminatórias, não repetiu o desempenho de sexta-feira e obteve média de 9,150 pontos em seus dois saltos. A brasileira, medalhista de ouro no salto em Cottbus (Alemanha), no mês passado, foi superada pela uzbeque Oksana Chusovitina, que conseguiu nota 9,200.

A espanhola Tania Gener ficou com a medalha de bronze, com 9,050 pontos, e a brasileira Daiane dos Santos acabou na quarta colocação, com 8,925.


Confira o resultado da final do salto:

1º - Oksana Chusovitina (UZB) - 9,200 pontos
2º - Laís Souza (BRA) - 9,150
3º - Tania Gener (ESP) - 9,050
4º - Daiane dos Santos (BRA) - 8,925
5º - Zuzana Sekerova (SVK) - 8,750
6º - Elyse Hopfner-Hibbs (CAN) - 8,612
7º - Kylie-Anne McCall Stone (CAN) - 8,475
8º - Merlina Galera (ARG) - 8,325

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09/04/2005 Camila Comin leva o bronze nas paralelas

LANCEPRESS

Daiane fica em sexto e termina as finais de sábado sem medalha

Camila Comin conquistou a terceira medalha do Brasil na etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica ao terminar em terceiro lugar na final das barras paralelas. Camila, que também havia ficado na terceira posição nas eliminatórias, conseguiu nota 9,300 na final deste sábado.

A medalha de ouro ficou com a russa Yufei Zhang, que obteve 9,475 pontos, e a espanhola Tania Gener ganhou sua segunda medalha na etapa - ela ficou com o bronze no salto - ao ficar em segundo lugar, com 9,400. A outra brasileira na final, Daiane dos Santos, ficou na sexta colocação, com nota 8,650.


Confira o resultado da final das barras paralelas:

1º - Yufei Zhang (CHN) - 9,475 pontos
2º - Tania Gefer (ESP) - 9,400
3º - Camila Comin (BRA) - 9,300
4º - Jana Sikulova (RTC) - 8,825
5º - Elyse Hopfner Hibbs (CAN) - 8,700
6º - Daiane dos Santos (BRA) - 8,650
7º - Oksana Chusovitina (UZB) - 8,000
8º - Kylie-Anne McCall Stone (CAN) - 7,700

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09/04/2005 Húngaro fica com ouro no solo em São Paulo

LANCEPRESS

Na prova que fechou o primeiro dia de finais da etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica, o húngaro Robert Gal ficou com a medalha de ouro no solo. Gal conseguiu uma nota 9,200 e superou com facilidade o holandês Jeffrey Wammes, que obteve a medalha de prata com 8,700 pontos, e o porto-riquenho Alexander Rodriguez, que levou o bronze, com nota 8,650. Nenhum brasileiro disputou a final - Diego Hypolito, favorito ao ouro no solo, lesionou o tornozelo e abandonou a competição.


Confira o resultado da final do solo:

1º - Robert Gal (HUN) - 9,200 pontos
2º - Jeffrey Wammes (HOL) - 8,700
3º - Alexander Rodriguez (PUR) - 8,650
4º - Manuel Campos (POR) - 8,650
5º - Samuel Piasecky (SVK) - 8,500
6º - Nathan Gafuik (CAN) - 8,450
7º - Matthias Fahrig (ALE) - 8,450
8º - Stepan Gorbatchev (CAZ) - 7,650

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09/04/2005 Mosiah Rodrigues fica com o bronze no cavalo com alças

LANCEPRESS

O brasileiro Mosiah Rodrigues ficou em terceiro lugar e levou a medalha de bronze na prova do cavalo com alças da etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica, no Ginásio do Ibirapuera. Mosiah conseguiu nota 8,725 e terminou atrás do chinês Dong Zhendong, que obteve 9,500 e conquistou o ouro, e do húngaro Krisztian Berki, que recebeu 9,475 pontos e ficou com a prata.

Inicialmente, Berki foi declarado vencedor, mas Zhendong, que havia conseguido 9,300 pontos, reclamou de um erro dos juízes no momento da aplicação da sua nota de partida e teve sua pontuação alterada para 9,500, o que lhe garantiu o ouro.


Confira o resultado da final do cavalo com alças:

1º - Dong Zhendong (CHN) - 9,500
2º - Krisztian Berki (HUN) - 9,475 pontos
3º - Mosiah Rodrigues (BRA) - 8,725
4º - Luis Rivera (PUR) - 8,350
5º - Jani Tanskanen (FIN) - 8,300
6º - Manuel Carballo (ESP) - 8,150
7º - Robert Juckel (ALE) - 7,300
8º - Ildar Valeyev (CAZ) - 6,450

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08/04/2005 Ginasta de 30 anos se destaca entre as garotas em São Paulo

LANCEPRESS

À distância, a ginasta Oksana Chusovitina, de 30 anos, do Uzbequistão, não parece destoar do estereótipo de uma atleta da modalidade, nem das presentes à etapa de São Paulo da Copa do Mundo.

Tampouco das do mundo. Sua altura, 1,53m, fica na média do torneio. Mas a firmeza na postura e a concentração inabalável fazem-na parecer instransponível. E, à medida que os olhos se aproximam de Oksana, rapidamente se nota que ela difere das demais atletas.

De perto, o rosto, já maduro e definido, prova de seus quase 30 anos, contrasta com o da maioria das adversárias, cujas idades variam entre 15 e 22 anos, nunca mais do que isso, repleto de acnes e brilho.

A trajetória de Oksana Chusovitina no esporte, desde que começou a competir, em 1988, é marcada por extremos. Colecionou glórias no tablado e um drama. Seu filho, Alisher, de 5 anos, teve leucemia diagnosticada há alguns anos.

E é para sustentar o caríssimo tratamento de Alisher (de valor próximo a 120.000 euros), que hoje vive na cidade alemã de Colônia, que Oksana voltou a competir, em meados de 2000, depois de três anos fora do circuito mundial.

– Faço isto por mim e principalmente pelo meu filho. Ele é minha maior inspiração. E a ginástica é minha vida. É o que eu sei fazer da vida – afirmou a uzbeque.

Ela deixara a ginástica em 1997, então com 22 anos, para se dedicar ao casamento com o lutador greco-romana Bachadir Kurbanov na esperança de constituir uma família. O destino, porém, a fez voltar.

Oksana disputou a Olimpíada de Sydney em 2000. No ano seguinte, foi prata no salto no Mundial, em Ghent (BEL). Dois anos depois, levou ouro em Anaheim (EUA), o que a credencia como favorita da prova na Copa de São Paulo. Ela também concorrerá na trave e nas barras.

Oksana teve um início de carreira formidável. Com 13 anos, já competia e defendia a União Soviética. Seus primeiros grandes resultados internacionais apareceram em 1991, quando ganhou a prova do solo e por equipes no Mundial de Indianapolis (EUA). No ano seguinte, conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona.

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08/04/2005

Daiane vai à final do solo, mas fica atrás de medalhista olímpica

UOL - Murilo Garavello

A gaúcha Daiane dos Santos confirmou nesta sexta-feira a condição de maior nome da ginástica brasileira no exercício de solo. Apresentando seu "Brasileirinho", ela obteve a nota 9,500 e se classificou para a final da prova, que acontece neste sábado.

Aplaudida de pé pelo público presente no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a atleta alcançou assim a terceira final em três provas diputadas. Antes, Daiane já havia assegurado vagas no salto sobre o cavalo (em 3º lugar, com 9,037) e nas barras assimétricas (em 5º, com 8,925). No total, o Brasil assegurou vagas em 13 finais, que serão disputadas neste fim de semana.

"Para a minha primeira competição no ano, até que foi melhor do que eu esperava. Se eu tivesse passado só para duas das três finais já estaria bom", declarou a ginasta momentos após finalizar a sua apresentação no solo.

A festa da torcida paulistana só não foi maior porque Daiane não conseguiu superar a espanhola Patrícia Moreno, medalha de bronze no solo em Atenas-2004, que passou em primeiro lugar com a nota 9,525.

O resultado, porém, não abalou a confiança da brasileira, que espera fazer uma série ainda melhor na disputa pelas medalhas. "Ela foi melhor do que eu, parabéns para ela. Tenho que melhorar alguns detalhes", disse Daiane.

"No domingo, que só vai ter o solo, vou estar mais descansada. Acho que minha apresentação vai ser melhor", completou a brasileira.

Medalha de prata na etapa de Cottubs, na Alemanha, há duas semanas, a brasileira Laís Souza também se classificou para a final. Com especialistas com o Patrícia e Daiane como adversárias, porém, ela teve que se contentar com o quinto lugar (9,075).

Também estarão disputando medalhas neste sábado as chinesas Pang Panpan (9,225) e Xia Lin (9,125), além da argentina Aylen González (8,200).

Fechando a participação brasileira neste primeiro dia de Copa do Mundo, Mosiah Rodrigues e Victor Rosa avançaram à final da barra horizontal.

Rodrigues, que já havia se classificado para a final da barra horizontal, passou em terceiro lugar, com 9,150, enquanto Rosa foi o sétimo colocado, com 8,950.

Com isso, o Brasil fecha sua participação nas eliminatórias com 13 atletas classificados para finais. No ano passado, no Rio de Janeiro, 15 ginastas do país alcançaram a disputa de medalhas.

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08/04/2005 Ginástica: Daiane dá show na Copa do Mundo de SP

LANCEPRESS

Três provas, três decisões. Daiane dos Santos não decepcionou o histérico público que a ovacionou no Ibirapuera e se classificou nesta sexta-feira para as finais do solo, salto sobre o cavalo e barras paralelas da etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica.

O primeiro frisson que a gaúcha causou na platéia foi na classificatória do salto sobre o cavalo. Após dois saltos, Daiane obteve a terceira melhor média (9,037), atrás da uzbeque Oksana Chusovitina (9,237) e da compatriota Laís Souza, que também arrancou muitos aplausos ao conseguir 9,275 e se qualificar na primeira colocação.

Em seguida, a vaga na final veio nas paralelas, prova na qual herdou a vaga da “rebelada” Daniele Hypolito. Daiane conseguiu a quinta colocação, com 8,925, e foi superada por outra compatriota, Camila Comin, terceira melhor classificada (9,200). A espanhola Tania Gener obteve a melhor nota: 9,450.

O show mais aguardado ficou para o final. Daiane dos Santos entrou para mostrar sua especialidade, o solo. Ao som de “Brasileirinho”, mostrou segurança nos saltos, mas chegou a dar uma leve escorregada em um dos seus movimentos. Falha que não a impediu de receber fortes aplausos. A ginasta recebeu a segunda melhor nota da fase classificatória, com 9,500, atrás apenas da espanhola Patricia Moreno, que ganhou a nota 9,525.

– Não tenho palavras para definir o carinho do público – agradeceu Daiane, que apontou falhas em sua apresentação.

– Uma coisa ou outra precisa ser modificada para a final, mas está bom – concluiu Daiane, que disputa neste sábado, a partir das 9h30min, as finais do salto e das paralelas. A decisão no solo será domingo.

Laís Souza também se garantiu na decisão pela medalha, com a quinta colocação (9,075). Thaís de Almeida não teve a mesma sorte no aparelho e ficou na última posição.

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08/04/2005 CBG fecha as portas de vez para Daniele

LANCEPRESS

As portas fecharam-se para Daniele Hypolito na Seleção Brasileira. Mesmo que a ginasta se arrependa de ter deixado a equipe às vésperas da Copa do Mundo, ela não fará parte dos planos. Quem garante é Vicélia Florenzano, presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

- A amizade ainda existe, mas o que ela fez foi grave. Não adianta pedir desculpas, ela vai ter que aprender com os próprios erros.

Vicélia acredita que Daniele já estava disposta a deixar a Seleção há algum tempo, por desavenças com o técnico Oleg Ostapenko. O fato de ter sido escalada apenas para uma prova (trave), e não três, irritou a ginasta, que resolveu abandonar a equipe na última quinta-feira.

Primeira brasileira a ganhar medalha em Mundiais (ela foi prata na Bélgica, em 2001), Daniele cogita agora defender outro país.

- Se a decisão da Confederação for essa (afastamento definitivo da equipe), existem outras seleções para representar - afirmou à TV Globo. Isto só poderia acontecer daqui a dois anos. Depois, recuou.

- Eu disse que competiria por outro país no calor do momento, mas foi da boca para fora. Amo representar o Brasil. Eu sou brasileira e não desisto nunca - disse, plagiando a propaganda lançada este ano pelo governo brasileiro.

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08/04/2005 Daniele não volta à seleção nem com desculpas e tem futuro ameaçado

UOL - Murilo Garavello

As portas da seleção permanente de ginástica estão, ao menos no curto prazo, fecha

De acordo com Vicélia, que deu entrevista à imprensa já com a competição em andamento
De acordo com a dirigente, Daniele pode voltar à seleção no futuro. "Não quero fechar as portas para sempre para ela, nem desestimulá-la. Ainda teremos 2007, 2008, o futuro está em aberto. Mas ela vai ter de refletir muito e aprender suas lições, amadurecer".

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08/04/2005 Daniele não volta à seleção nem com desculpas e tem futuro ameaçado

UOL - Murilo Garavello

As portas da seleção permanente de ginástica estão, ao menos no curto prazo, fechadas para Daniele Hypólito, que ontem se revoltou contra a decisão do técnico ucraniano Oleg Ostapenko de escalá-la para apenas uma, e não três, provas na etapa de São Paulo da Copa do Mundo. Assim, o futuro de Daniele, primeira brasileira a ganhar medalha em um Mundial (Ghent-2001), está ameaçado.

Hoje, as 16 principais ginastas do país treinam com a seleção olímpica permanente, em Curitiba. A principal opção de Daniele, voltar ao Rio de Janeiro e a seu clube, o Flamengo, não é promissora para a ginasta: com a saída de Georgette Vidor, técnica que forjou Daniele e a treinou por dez anos, o clube não tem treinadores de alto nível para a seleção feminina.

Ricardo Pereira, técnico que auxilia Oleg Ostapenko na seleção brasileira, trabalhava no Flamengo. Agora, mora em Curitiba. "Os melhores do Flamengo estão na seleção. Pobre dela se voltar para lá agora", disse Georgette, que pretende seguir ligada à ginástica, mas descarta uma volta à profissão de treinadora -muito menos com Daniele, com quem brigou no início do ano passado.

A princípio, Daniele poderia competir pela seleção mesmo treinando longe a equipe permanente. Seletivas seriam realizadas antes dos torneios internacionais. Entretanto, sem um técnico de alto nível -de acordo com Oleg Ostapenko, há poucos qualificados no país-, as chances de Daniele manter-se em forma diminuem consideravelmente.

O "caso Daniele" ofuscou o início das competições no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Membros da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) manifestaram-se e demonstraram inconformismo com a postura da ginasta.

"O futuro a Deus pertence, mas a atitude dela foi muito grave. Não basta agora ela vir e simplesmente pedir desculpas. Ela vai ter de aprender com o erro dela", disse Vicélia Florenzano, presidenta da CBG. "Eu conversei muito com ela antes de sua partida. Pedi que ela não fosse, mas ela estava resolvida. Estou muito triste com a situação".

De acordo com um membro da comissão técnica brasileira, Daniele questionou Oleg sobre sua ausência nas barras paralelas e no salto sobre o cavalo aos berros. "Foi uma coisa terrível. Ela berrou com um dos maiores treinadores do mundo. Desta vez, não vai ter volta", disse a fonte, sob condição de anonimato. "É uma pena, mas a carreira dela está acabada. E de uma forma melancólica".

De acordo com Vicélia, que deu entrevista à imprensa já com a competição em andamento, membros de outras seleções se mostraram surpresos com a atitude da ginasta. "Vários treinadores vieram me dizer que nunca tinham visto um gesto assim", disse Vicélia Florenzano, presidenta da CBG. "Uma ginasta aprende desde pequena que precisa ser disciplinada, que tem de respeitar o técnico. Ela faltou com o respeito ao professor Oleg, deixou o muito triste. Ele nunca tinha visto isso em 30 anos de ginástica".

De acordo com a dirigente, Daniele pode voltar à seleção no futuro. "Não quero fechar as portas para sempre para ela, nem desestimulá-la. Ainda teremos 2007, 2008, o futuro está em aberto. Mas ela vai ter de refletir muito e aprender suas lições, amadurecer".

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08/04/2005 Contusão faz Diego Hypólito abandonar etapa da Copa do Mundo

UOL - Murilo Garavello

Maior nome da ginástica masculina brasileira, Diego Hypólito abandonou a etapa brasileira da Copa do Mundo, que está sendo realizada no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

Atrapalhado por uma contusão no tornozelo, o principal favorito à medalha de ouro no solo e no salto sobre o cavalo foi obrigado a desistir.

Ele já vinha sentindo dores no local durante toda a semana e tomou injeções para conseguir treinar. "Hoje de manhã tomei uma injeção muito forte, para cavalo mesmo", contou o brasileiro.

No aquecimento, eu consegui fazer uma série completa, mas voltei a torcer o tornozelo na segunda tentativa", revelou.

Chorando muito e visivelmente abatido, Hypólito entrou para fazer a sua apresentação mancando muito e usando uma proteção de esparadrapo no tornozelo. Logo no início de sua primeira tentativa, não conseguiu realizar a acrobacia e desistiu.

"Agradeço a torcida pelo apoio. Não devia nem ter entrado no solo, mas tentei em respeito à torcida. Queria muito trazer essa medalha para o Brasil", afirmou o ginasta, que competiria também no salto sobre o cavalo.

A contusão de Diego completou uma semana difícil para a família Hypólito. Na quinta-feira, sua irmã Daniele havia abandonado a seleção brasileira por não concordar com os métodos de trabalho do técnico ucraniano Oleg Ostapenko.

"O que aconteceu com a minha irmã não tem nada a ver com isso", ressaltou Diego.

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08/04/2005 Mãe de Daniele Hypólito diz que técnico não gosta da atleta

UOL - Por Sérgio Rangel, Cristiano Cipriano Pombo e Adalberto Leister Filho

"Corre sangue brasileiro na Dani, e não ucraniano", disse Geni Hypólito, mãe da ginasta, no aeroporto Santos Dumont.

Embora Daniele tenha se recusado a criticar diretamente o técnico ucraniano Oleg Ostapenko, Geni soltou farpas e deu um novo motivo para a saída da atleta da Copa e da seleção.

"Ela já vem sendo desrespeitada há muito tempo. Ela não pode falar isto, mas eu posso. O Oleg não gosta da Dani", disse, que foi às lágrimas muitas vezes enquanto esperava a filha.

Quem não chorou, pelo menos em público, mas se mostrou muito abatido, foi o irmão da atleta, Diego, que, para piorar, teve que lidar com a dor de uma contusão no pé direito. "É a opinião dela, e vou respeitar."

Com uma bolsa de gelo no tornozelo, Diego abreviou o treino de quinta-feira e disse que não deixaria o problema da irmã desviar a atenção da Copa, em que atuará no solo e no salto.

A contusão já faz o atleta cogitar uma série mais fraca no classificatório para se poupar.

"Está doendo bastante. Se continuar assim, vou trocar alguns elementos para não forçar muito", afirmou Diego, que vem tomando injeção de antiinflamatório a fim de suportar a dor.

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08/04/2005 Diego Hypolito sente dores no tornozelo e deixa prova

LANCEPRESS

Ginasta brasileiro sai chorando depois de abandonar sua apresentação no solo

Um dia depois de a irmã Daniele abandonar a Seleção Brasileira, Diego Hypolito teve de deixar a etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica por causa de uma lesão no tornozelo direito. Diego, que já reclamava do problema durante a semana e quase ficou de fora da etapa, fazia sua apresentação no solo quando não resistiu às dores e abandonou a prova chorando bastante, mesmo com os aplausos da torcida.

- Já estava sentindo dores antes e tomei duas infiltrações para poder competir, mas não deu - disse Diego após ser consolado pela comissão técnica.

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07/04/2005 Diego Hypolito defende irmã e apronta novidades

LANCEPRESS

Diego Hypolito, que apoiou a decisão da irmã de deixar a Seleção Brasileira de ginástica, não nega que tenha ficado chateado por não ter ido a Cottbus (Alemanha), no mês passado, quando foi disputada a primeira etapa da Copa do Mundo. Por isso, ele espera fazer uma bela apresentação e conquistar mais uma medalha de ouro no solo.

– Ela tomou uma decisão mais séria, bateu o pé e não vai competir. Apóio a Daniele e somos totalmente unidos. De forma alguma isso vai atrapalhar a minha apresentação no fim de semana – disse Diego, que prepara novidades.

– Não preciso provar nada para ninguém. Claro que se tivesse ido à Alemanha, estaria mais seguro para competir em São Paulo – disse Diego ao LANCE!, por telefone.

Para permanecer na posição de melhor do mundo no solo, Diego teve de dificultar sua série. A Federação Internacional mudou a pontuação. Agora, para ganhar pontos, precisa executar movimentos mais complexos e valiosos.

As alterações que serão apresentadas por Diego em São Paulo poderão significar mais 16 décimos à nota final. Uma das novas séries de acrobacias, ele diz ser o único no mundo capaz de executar.

– Nenhum outro atleta faz o conjunto de movimentos que farei e vou usar para surpreender.

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07/04/2005 Daniele Hypolito não sabe se voltará à Seleção de ginástica

LANCEPRESS

Mãe da atleta disse que técnico jamais gostou de Daniele

A ginasta Daniele Hypolito desembarcou no Rio de Janeiro por volta das 16h30min desta quinta-feira, e afirmou que não sabia se voltaria a competir pela Seleção Brasileira de ginástica. Nesta manhã desta quinta-feira, a ginasta abandonou a equipe que disputará a etapa de São Paulo da Copa do Mundo, neste fim de semana.

Daniele não quis entrar em detalhes sobre o que a fez deixar a Seleção.

- Não posso dizer os motivos. São pessoais.

A mãe da atleta, dona Geni, disse que o ucraniano Oleg Ostapenko, técnico da Seleção Brasileira, jamais gostou de Daniele e que a filha se sentiu muito desrespeitada com a decisão do treinador.

Ostapenko decidiu tirar Daniele das provas do salto e das barras paralelas, sob a alegação de excesso de peso. O atrito entre o técnico e a atleta começou há duas semanas, quando o Ostapenko disse que a ginasta deveria perder 2kg para competir em alguns aparelhos na etapa de São Paulo. Daniele perdeu peso, mas o ucraniano decidiu mantê-la apenas na trave porque ela não executou com perfeição os exercícios durante os treinamentos nas paralelas e no salto.

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07/04/2005 Daiane critica decisão de Daniele

LANCEPRESS

A ginasta Daiane dos Santos criticou a decisão da companheira de equipe Daniele Hypolito, que se retirou da etapa de São Paulo da Copa do Mundo de ginástica. Insatisfeita com a decisão do técnico Oleg Ostapenko de tê-la cortado das provas do salto e barras paralelas, sob a alegação de excesso de peso, Daniele anunciou que não disputará os outros aparelhos na competição.

- Não existe essa de queridinha do treinador. O técnico está sempre certo, não adianta dizer as coisas sem pensar. Se eu chegar e não fizer nada do solo, não vou competir mesmo tendo sido campeã mundial - disse Daiane, que substituirá Daniele no salto e nas paralelas.

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07/04/2005 Diego Hypolito confirma que irmã não vai competir em São Paulo

LANCEPRESS

O ginasta Diego Hypolito confirmou em entrevista à TV Globo que a irmã Daniele não disputará a etapa de São Paulo da Copa do Mundo de ginástica, no próximo fim de semana. Irritada com a decisão do técnico Oleg Ostapenko de tirá-la das provas do salto e barras paralelas, Daniele deixou o ginásio de treinamentos e anunciou sua retirada da disputa em outros aparelhos na competição.

- Ela tomou uma decisão mais séria, bateu o pé e não vai competir. Apóio a Daniele e somos totalmente unidos. De forma alguma isso vai atrapalhar a minha apresentação no fim de semana - disse Diego.

Segundo a TV Globo, Daniele se reuniu com a presidente da Confederação Brasileira de Ginástica, Vicélia Florenzano, mas ainda não decidiu se deixará a Seleção Olímpica permanente.

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07/04/2005 Contrariada, Daniele Hypólito reedita dissidência e abandona seleção

UOL - Murilo Garavello

Daniele Hypólito abandonou a seleção brasileira de ginástica, que a partir desta sexta-feira compete na etapa de São Paulo da Copa do Mundo. Descontente por ter sido preterida pelo técnico ucraniano Oleg Ostapenko na escolha das ginastas para a competição por aparelhos, a ginasta, chorando, abandonou o treino e decidiu viajar para o Rio de Janeiro.

De acordo com a assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Daniele desistiu não apenas da competição na capital paulista, mas, sim, da seleção permanente. A CBG, ainda de acordo com sua assessoria, vai esperar "a poeira baixar" para avaliar a decisão da ginasta e se manifestar.

Há duas semanas, Oleg Ostapenko, apontado como principal responsável pela evolução da ginástica brasileira, havia declarado que Daniele estava com "problemas de peso" e, por isso, não viajou para a etapa de Cottbus da Copa do Mundo, realizada em março.

Em São Paulo, na terça-feira, Daniele se disse "magoada" com a declaração do técnico. Na quarta, chorou ao receber uma bronca de Oleg, mas na saída do treino classificou o episódio como "normal".

Nesta quinta, Oleg anunciou que Daniele, que está em má fase técnica e vinha cometendo vários erros nos treinos para o torneio, competiria apenas na trave, ficando de fora da disputa das barras paralelas e do salto sobre o cavalo. Chorando, Daniele deixou o ginásio e partiu para o hotel. Ainda nesta quinta, a ginasta viajaria para o Rio de Janeiro.

Daiane dos Santos, principal nome da seleção e que já declarou diversas vezes que vê em Oleg uma espécie de pai, defendeu o técnico e condenou com veemência a atitude de Daniele. "O técnico sempre faz o que é melhor para equipe, sempre tem razão. Não pode haver privilégio. Se a 'queridinha' não está fazendo nada no treino, tem de ser colocada na reserva, mesmo", disse Daiane.

"Antes de agir e falar alguma coisa, você tem de pensar. Será que vai ser melhor para o grupo se eu falar?", continuou a ginasta. "Se eu tivesse vindo para cá e estivesse errando tudo no solo, não poderia falar nada".

A atitude de Daniele entra em contraste com declaração dela mesma, publicada pelo UOL Esporte na última terça. "Tenho muito orgulho desse estágio a que nossa ginástica chegou. Se um dia eu tiver que ficar na reserva, vou ficar supercontente", afirmou a atleta.

O irmão de Daniele, Diego, afirmou estar ao lado da irmã. "Ela está triste, pensou que faria mais aparelhos, mas não foi a decisão do técnico. Ela resolveu não competir. É uma decisão dela e eu a apóio em todas as decisões que ela tomar. É uma decisão forte, mas somos uma família", disse o ginasta, que estreará nova série em São Paulo tentando obter sua sexta medalha de ouro seguida em eventos internacionais. "Isso não vai atrapalhar minha concentração. Treinei muito para essa competição e vou fazer meu melhor".

As substitutas de Daniele Hypólito nos aparelhos já estão definidas: Ana Paula Rodrigues se apresentará na trave. Já Daiane dos Santos, que inicialmente competiria apenas no solo, participará também das barras paralelas e do salto sobre o cavalo.

Problemas de longa data
Não é a primeira vez que Daniele, que conquistou a primeira medalha brasileira em um Mundial na história (prata no solo em Ghent-2001), tem problemas com o comando da seleção. Em 2003, a atleta mudou-se a contragosto para Curitiba para integrar a seleção permanente.

Após o Mundial-2003 e a medalha de ouro de Daiane dos Santos, que tomou seu lugar de "queridinha" do comando da ginástica nacional, no segundo semestre Daniele decidiu abandonar a seleção permanente e voltar a treinar no Rio de Janeiro com sua técnica, Georgette Vidor.

"Ninguém deu a menor bola para as medalhas da Dani no Pan. Claro, ouro no Mundial é muito mais. Mas ela ficou anos à frente da Daiane, sendo a melhor do Brasil. Aí, a outra ganha uma medalha e ninguém mais lembra dela. A Daniele se sentiu muito, muito mal", disse Georgette ao UOL em julho passado. "Ela estava no fundo do poço".

De volta ao Rio, deprimida, Daniele engordou alguns quilos. Por isso, sobrecarregou e torceu o joelho, alijando-se da disputa da etapa de Stuttgart da Copa do Mundo, em novembro. Pouco depois, contraiu dengue. Ainda afetada emocionalmente, embora recuperada na parte física, não treinou com o afinco necessário.

No início do ano passado, apresentou-se em má forma à seleção e foi advertida por Oleg Ostapenko. Preterida de etapas da Copa do Mundo, Daniele acabou brigando com Georgette e decidiu voltar a Curitiba. Mudou-se com a mãe e passou a morar também com o irmão, Diego Hypólito.

Após uma boa apresentação na Olimpíada de Atenas, em que ficou na 12ª colocação no individual geral, Daniele Hypólito teve um bom segundo semestre e se classificou para a final da Copa do Mundo em Birmingham -foi a única ginasta a participar de três das quatro finais. Entretanto, voltou sem medalhas.

Agora, no início deste ano, Daniele voltou a treinar e, acima do peso, não foi relacionada para disputar a etapa de Cottbus da Copa do Mundo. As declarações do técnico, que revelou à imprensa seu sobrepeso e, agora, as broncas e a não-escolha para a competição em São Paulo fizeram com que a atleta voltasse a se revoltar.

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07/04/2005 Assediada e feliz, Daiane acerta série no solo e satisfaz Oleg

UOL - Murilo Garavello

Sem joelheira nem munhequeira, rouca e sorridente. Assim está Daiane dos Santos, que se apresenta a partir desta sexta-feira em São Paulo, na etapa brasileira da Copa do Mundo. Será a primeira competição de Daiane nesta temporada, e também a primeira desde que se vingou da romena Catalina Ponor, vencendo-a na final da Copa do Mundo de ginástica, em Birmingham, em dezembro, e retribuindo a derrota sofrida nas Olimpíadas de Atenas.

Principal alvo da atenção do público, que tem comparecido aos treinos no ginásio do Ibirapuera mesmo em horários comerciais, a gaúcha dá mostras de estar acostumada com o assédio. Sempre sorridente, posa para fotos, assina caderninhos, faz carinho nas crianças que se aglomeram para vê-la mais de perto.

"Já estou acostumada, né? Não estou nervosa, não", diz, respondendo às repetitivas perguntas sobre seu estado emocional às vésperas da principal competição de ginástica a que os brasileiros terão acesso neste ano. "Estou feliz com o carinho das pessoas", diz a ginasta, em palavras quase inaudíveis -ela está rouca.

"Acho que estou com rinite por causa do meu novo cachorro", diz Daiane, sobre Hannah, um schnauzer que é seu novo xodó. "Ela é linda, gente, vocês precisam conhecer", afirma, sorrindo.

Minutos antes, Daiane realizara no tablado a série que pretende executar na sexta-feira, na fase de classificação, e domingo, na final. E o sempre exigente Oleg Ostapenko, ucraniano que dirige a seleção brasileira feminina de ginástica, aprovou o desempenho da brasileira.

"Hoje ela me mostrou tudo", diz o ucraniano, em um português ainda algo tosco. "Não sei como vai ser, primeira vez (que Daiane compete) no ano. Ela não está muito boa ainda, mas acho que dá para não ir mal", afirma Oleg.

De acordo com o técnico, a brasileira segue sentindo pequenas dores no joelho. "Vai ser dor para toda vida", diz o ucraniano. "Acho que ela já se acostumou".

A contusão na ulna, que a tirou da etapa de Cottbus da Copa do Mundo, disputada em março, já não incomoda mais. O joelho, por sua vez, segue incomodando de tempos em tempos. Se a ginasta dispensou a joelheira, companheira fiel, após os treinos faz fisioterapia e põe gelo no local.

Em São Paulo, Daiane não fará o duplo-twist estendido, que sobrecarrega seus joelhos. E ainda não sabe se competirá nas barras paralelas e no salto sobre o cavalo -a tendência é que a ginasta se concentre apenas no solo, sua especialidade. "São cinco ginastas para duas vagas na paralela. Vamos ver o que o Oleg decide", disse Daiane.

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07/04/2005 Homens buscam inovações para atingir nota 10 na ginástica

UOL - Por Cristiano Cipriano Pombo e Adalberto Leister Filho

Impulsionados por mudanças nas regras e pela gana de repetir o sucesso das brasileiras na Copa do Mundo, a equipe masculina do país vai inovar em todos os aparelhos para tentar surpreender a partir de sexta-feira no Ibirapuera.

"Todo mundo teve que buscar novas combinações ou um elemento diferente para chegar a uma nota de partida dez", afirma Renato Araújo, técnico de Diego Hypólito e Victor Rosa e coordenador da ginástica do Flamengo.

As mudanças foram motivadas pela alteração no código de pontuação do masculino, que exige agora 1,6 ponto de exercícios de bonificação, e não mais 1,2 ponto.

Considerado favorito, Diego trará novidades no salto e solo. No primeiro, diz que executará um salto mais difícil, com nota de partida 9,9 -o antigo era 9,7. Já no solo, aparelho em que conquistou cinco ouros na Copa, ele trocará quase toda a série de 2004.

"Vou arriscar tudo. Farei só três passadas, duas mais difíceis. Em uma delas, mostrarei cinco elementos da antiga série, mas subirei a última ligação de nível D para E [que só fica atrás de Super E]."

Segundo Diego, sua série será tão difícil que com três passadas poderá bater rivais que usarão quatro ou cinco, como Jeffrey Wammes. O holandês executa elementos da série que Diego mostrou em 2004 e ganhou ouro e prata nas últimas etapas da Copa, que não tiveram o brasileiro.

Escalado para o solo, Victor Rosa executará novos elementos também na barra fixa.

"Quem não tiver nota de partida dez pode deixar de sonhar, pois vai ficar fora do pódio", diz Mosiah Rodrigues, que representou o Brasil nos Jogos de Atenas.

O gaúcho, que colocará à prova novidades no cavalo com alças e na barra fixa, acha possível repetir o sucesso das brasileiras. "Podemos, mas o problema é que tem cara do mundo inteiro aqui. Não sei o que veremos pela frente."

Luiz dos Anjos, que estréia em Copas -Adan dos Santos também debutará-, testará sua série nas paralelas. E Danilo Nogueira atuará no cavalo e nas argolas.

Apesar das novas séries, os ginastas terão que suprir a falta de ritmo, pois a Copa será o primeiro torneio do ano. "Poderemos ver em que nível estão nossos ginastas, o que ajudará a direcionar os trabalhos para o Mundial. Será o começo", diz o técnico da seleção, o russo Vyacheslav Azimov.

A equipe feminina não sabia, até a tarde de quarta, quem iria competir e em qual aparelho. A definição será feita pelo técnico ucraniano Oleg Ostapenko.

Daiane dos Santos, Daniele Hypólito e Laís de Souza estão dentro. A última vaga estava entre Camila Comin e Ana Paula Rodrigues. "Dependendo de quem for escalada, haverá distribuição diferente por aparelhos", disse Roger Medina, assistente da seleção.

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06/05/2005 Copa do Mundo de ginástica em SP expõe disputa na seleção

UOL - Murilo Garavello

No princípio, era só Daniele Hypólito, prata no Mundial de 2001, primeiro resultado expressivo da ginástica brasileira. No Mundial de 2003, foi a vez de Daiane dos Santos ganhar os holofotes com o ouro no solo. Em fevereiro deste ano, dez meninas foram selecionadas para a seleção, que agora conta com 17 atletas. E, em março, Laís Souza, promissora ginasta, roubou a cena com duas medalhas -uma de ouro- na etapa de Cottbus (Alemanha) da Copa do Mundo.

São Paulo, que recebe a etapa brasileira da competição a partir desta sexta-feira, já começou a presenciar uma disputa por espaço entre as ginastas. Não se trata apenas de dividir holofotes, carinho do público, atenção. A batalha se dá também por vagas na competição.

No feminino, o Brasil pode escrever apenas quatro ginastas -duas em cada aparelho. Por isso, das 17 que fazem parte da seleção, apenas sete vieram a São Paulo. Às atletas, Oleg Ostapenko, ucraniano que comanda a seleção, afirmou que só divulga quem disputará a competição na próxima quinta-feira. Entretanto, para a imprensa, o técnico não escondeu o nome das quatro já escolhidas: Daiane, Daniele, Laís e Camila Comin.

Eliane Martins, supervisora da Confederação Brasileira de Ginástica, vê como positiva a disputa entre as ginastas. "A melhor coisa que pode acontecer com a gente é aparecerem novas grandes atletas. É ótimo que não fiquemos marcadas como o país de duas estrelas só", disse, em referência a Daniele e Daiane.

Ana Paula Rodrigues, que ao lado de Laís foi a única a disputar a etapa de Cottbus, está em São Paulo, mas não vai participar da competição. Na Alemanha, a ginasta, atual campeã brasileira (superou Daiane, Daniele e Laís no ano passado), não foi bem: passou à final da trave, mas teve como melhor nota um 8,525 -nas barras paralelas, sofreu uma queda, tirando uma nota 7.

Para que Ana Paula pudesse estar presenta na Alemanha, a comissão técnica da seleção deixou no Brasil a badalada Daniele Hypólito -Daiane, que se recuperava de uma contusão, não poderia participar. "A Ana Paula tem de melhorar. Ela está com problemas de postura e com pouca impulsão", afirmou Oleg Ostapenko nesta terça-feira. "As outras meninas estão melhores agora".

Em relação a Daniele, Oleg segue fazendo críticas. "Ela não está assim tão bem, não. Está normal. Daria para ela estar bem melhor, mas dá para competir", disse o ucraniano, que na volta de Cottbus, há duas semanas, havia afirmado que a ginasta vinha enfrentando problemas com o peso.

Ainda sem saber em qual aparelho competirá, Daniele tenta se incluir em todos. "É o Oleg quem decide. Eu, por mim, competiria nos quatro", afirmou a ginasta, que diz estar dentro do peso e apreciar a competição interna na seleção.

"É ótimo para mim ver que hoje temos tantas ginastas boas. Eu fiz o que eu tinha que fazer, fui eu quem deu o primeiro passo", diz, referindo-se à medalha de prata no solo em Ghent-2001. "Tenho muito orgulho desse estágio a que nossa ginástica chegou. Se um dia eu tiver que ficar na reserva, vou ficar supercontente", garantiu.

Laís é outra que tenta minimizar a competição. "Não tem rivalidade -pelo menos eu acho que não tem. Uma torce pela outra", afirma a ginasta, que pretende superar Daniele Hypólito. "Quando eu estava começando, ela era a grande referência. Mas é uma coisa natural: um dia uma cai, a outra sobe. Espero conseguir ficar melhor do que ela".

Já Daiane dos Santos, que vai se apresentar no solo, assume que a disputa existe. "Nas barras paralelas, somos cinco que treinamos bem. E todas queremos competir. Mas só duas vão poder disputar. As outras três vão ter de se contentar com se apresentar apenas como exibição, sem que as notas sejam computadas", disse a gaúcha.

Daiane, entretanto, descarta estar na competição em pelo menos um dos aparelhos: a trave. "Trave e Daiane são duas coisas que nunca podem aparecer juntas", diz, rindo, a ginasta. "Deixa a trave pra Daniele que ela é muito boa".

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05/04/2005

Justiça decide nesta terça se Ibirapuera poderá abrigar Copa

UOL - Por Cristiano Pombo

Interditado pela Justiça desde a semana passada, o Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães vive nesta terça-feira o seu dia D.

O local, que passa por reformas, receberá às 15h inspeção do juiz Rômolo Russo Junior, da 5ª Vara de Fazenda Pública. "Não vou comentar sobre o ginásio. Amanhã (terça) cumprirei a ordem judicial para a fazer inspeção", disse o juiz, que terá a companhia de técnicos do Corpo de Bombeiros e do secretário estadual da Juventude, Lars Grael.

Ele havia determinado que o complexo, do qual o ginásio do Ibirapuera faz parte, só seria reaberto após sofrer algumas reformas, entre elas a facilitação de acesso para deficientes físicos, a revisão da instalação elétrica e a adoção de corrimões nas escadas.

A perícia será fundamental para a liberação do ginásio para a Copa do Mundo de ginástica artística, que ocorrerá de sexta a domingo.

"Até amanhã (terça) estaremos com tudo pronto", disse Fernando Nogueira, administrador do complexo esportivo. Segundo ele, 30 homens trabalham para adequar o ginásio às determinações da Justiça, em turnos que vão das 6h à 0h.

Mesmo interditado e em meio à reforma, o ginásio recebeu hoje dois treinos de ginastas brasileiras, entre elas Daiane dos Santos, Daniele Hypólito, Laís Souza e Camila Comin, que irão competir na Copa. A liberação foi obtida pelo governo do Estado, em comunicado feito ao juiz.

O local, mesmo que seja liberado, seguirá com parte de suas arquibancadas interditadas -foram colocados à venda só 5.500 bilhetes para cada dia da Copa.

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01/04/2005 Interdição de ginásio em SP ameça etapa da Copa do Mundo

Da Folhapress

A interdição do Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, por falta de segurança, pode inviabilizar a realização da etapa nacional da Copa do Mundo de ginástica artística, marcada para os dias 8 a 10 de abril.

O despacho do juiz Rômolo Russo Júnior, da 5ª Vara de Fazenda Pública, determinou que o complexo, do qual o ginásio faz parte, só será reaberto após a realização de algumas reformas.

Foram pedidas a facilitação de acesso para deficientes físicos, revisão da instalação elétrica, colocação de corrimões nas escadas e de maior número de hidrantes.

A audiência de conciliação está marcada para a próxima quinta, um dia antes do início do evento.

"Vamos fazer o possível para adequar o local", afirma Rubens Jordão, secretário-adjunto de Esporte do Estado de São Paulo.

De acordo com o Ministério Público Estadual, as irregularidades já haviam sido constatadas em vistoria feita pelo Contru (Departamento de Controle do Uso de Imóveis), em abril de 2000.

Em 2002, o então secretário Gabriel Chalita se comprometera a realizar as obras. Nova inspeção foi feita no ano seguinte, mas o Contru constatou que os ajustes pedidos não tinham sido feitos.

Em junho de 2003, já sob a gestão de Lars Grael, foi feita nova promessa de adequação do local às normas de segurança.

"A Copa é nosso grande problema. Já fizemos 80% do que foi pedido. Vamos fazer todo o possível, até trabalhar de noite, para montar tudo a tempo", afirma Fernando Nogueira, administrador do complexo esportivo.

Devido ao problema, Nogueira pediu que fossem comercializados no máximo 7.000 ingressos -a capacidade da arena é para 11 mil pessoas. Segundo a Confederação Brasileira de Ginástica, cada dia de prova terá público máximo de 5.000 torcedores.

A CBG afirma que boa parte das entradas já foram vendidas e que a estrutura já está sendo erguida.

"O ginásio de aquecimento está montadinho lá. O de competição estava sendo preparado. A secretaria disse que solucionaria o problema, sem que o evento tivesse que ir para outro local", diz Eliane Martins, supervisora da CBG.

As ginastas da seleção brasileira chegam no domingo à capital paulista. A intenção da comissão técnica era treinar o quanto antes, no máximo na segunda-feira, para definir as atletas que representarão o país na competição.

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